passeios ao Paúl da Serra

Está agendado para todos os primeiros domingos de cada mês uma subida ao Paúl da Serra pela estrada da Encumeada e regresso pelos Canhas (Ponta do Sol).

A concentração dos participantes é no café "Ponte Vermelha" Ribeira Brava com saída às 8h00, paragem no café da Encumeada para reagrupamento e partida para o Paúl às 10h30.

A chegada aos carros é ao meio dia!

Vem connosco!

O Picadeiro

Área Reservada

Passeios
passeio BTT para ver participantes do Ultra trail PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Convidamos todos os interessados para um passeio em btt no planalto do Paúl e assistir a passagem dos participantes do ULTRA TRAIL madeira, no próximo sábado dia 09 de Junho de 2012.

grupo 1: saída 7h35 da ponte vermelha com direção a Candelária.

grupo 2: encontro na Candelária 8h30

8h35: Saída da Candelária até ao Paúl pelo Lombo do Mouro.

grupo 3: Bica da Cana 9h45

Percurso: PLanalto do Pául lado norte seguindo-se pelo lado sul com principal incidência na zona dos estanquinhos para podermos ver e dar apoio anímico aos primeiros participantes do Ultra trail.

Trajeto: Pista de BRAVAbtt do planalto, com ajustamentos na hora a definir pelos participantes, estando a subida ao Pico Ruivo do planalto condicionada as condições meteorológicas. O trajeto está desenhado de forma a que todos os participantes possam voltar aos carros, qualquer que seja o seu grupo de partida (Bica da Cana-Candelária-Ponte Vermelha).

Regresso previsto: 13 horas

Pede-se a amabilidade que confirmem as sua presença na seção comentários, para que possamos monitorizar o número de participantes de cada grupo.

Organização: Carlos Oliveira

 

É estonteante, motivador e inspirador ver o quanto o Homem é capaz de suportar para se superar e atingir objectivos pessoais de uma época ou de uma vida.
Ver o esforço dos primeiros participantes do MIUT 100kms, assistir ao quase colmatar da prova na madeira; fez com que nos sentíssemos todos pequeninos, o esforço estampado nas caras dos primeiros qualificados deixou marcas nas nossas formas de ver o desporto de resistência e ultra-resistência; tudo é possível basta acreditar.
O passeio, organizado pelo Carlos, fez com que aparecessem vários atletas braveanos, nos vários pontos de encontro. Os trilhos percorridos no planalto estavam "ensolados", pintados de verde e amaralo, com uma beleza inigualável.

Este passeio pelas serras poderá ficar para a nossa "estória" como o passeio da "dupla desistência"!
Nunca na história desportiva podemos testemunhar a dupla desistência de um mesmo atleta. O tempo estava óptimo, subimos ao pico ruivo da serra do paúl, e quando olhamos para trás avistamos um participante fugidio, que muito sorrateiro desapareceu por entre os arbustos para não fazer os meros 200 metros de subida. Por fim, já na parte final, no regresso pelo lado sul do planalto, o mesmo indivíduo "Nico-powerizado nas desistências" afinou a sua montada para o alcatrão e rolou "alone", fazendo o regresso no meio de um trânsito de camiões e carros "rabujadores". Fica aqui o relato desconcertante de uma dupla desistência de um só atleta num só passeio.

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"XC0 HAPPY-DOOR CROCHET" PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

O XC0 "Happy door crochet" fez jus ao nome e deu razão de ser a todos os quantos nos dignaram com a sua presença.
Foram 40 kms roliços e bem dispostos; a "crochetada" daria seguramente um excelente bordado madeira. Todos de língua afiada, trocamos impressões e expusemos as nossas expectativas sobre a aventura em terras alentejanas. Certamente que para o ano a armada será maior, se a TOIKA assim o deixar e o buraco madeirense não ser afinal um buraco negro espacial com radiação térmica…
Já há muito que não juntávamos 14 atletas na Levada, que muito atemorizada com tanta gente se afligiu. Num ápice reparou que não estávamos para "flashadas temporais", que apenas iríamos percorrer o trilho "crichoteando" com pulsações baixas e langorosa cadência.

Desta vez vou evitar alongar a narrativa, pois está um esbelto dia de sol e quero "apraiazar-me " numa esplanada qualquer com vista para o mar. O computador está aquecer em demasia as pernas, trabalho esse que deveria ser do sol.

Conceber o XC0 "Happy door crochet" foi fácil, e tinha razão de ser nesta altura do ano, pois assim fecha o ciclo "Happy-door", também conhecido como "dolorosa Happydural". Estando na génese dos BTTBRAVA, levou-se para a serra um piquenique de fazer inveja as mantas aos quadrados de muitas famílias domingueiras. Sir. Perneta levou o champanhe, o Borges a chouriça e o Nicolau o queijo e o pão. Como a tradição manda, não faltou o BRAVA-porco, que com ajuda do álcool, que a aguardente está cara, proporcionou um gustativo lanche à minhoto. A ideia central, e o auge do passeio, foi todos conviver à volta de uma mesa, com chouriça e queijo na serra, ex-libris dos BTTBRAVA (atenção queijo na serra, não confundir com queijo da serra). Conversa afinada, partimos todos para mais uns kms até a Levada da Serra. Levada essa, que não podia estar melhor, seca sem cerro, com muitos animados e bem dispostos turistas. O regresso lento e vagaroso deu tempo para finalizar os complexos assuntos betetistas que fazem constantemente parte da nossa retórica de fim de semana. Decididamente uma orgia de BTT na sua verdadeira definição desportiva; uma verdadeira alegoria ao ciclismo de montanha.

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portalegre 2012 (ON day) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Algures "no continente perto de si"...
DAY I

Viagem de avião para Lisboa.
18h20 no aeroporto da Madeira. O Nicolau mais uma vez contagiou-nos com a sua boa disposição. Galhofa e piadas umas a seguir as outras, deixaram os vizinhos irrequietos. Soube-se por porta travessas que o sr. dito cujo já estava no aeroporto às 9 horas da manhã, sabe se lá a fazer o quê? Enfim poderá ser uma espécie de ritual "beteteano" para estar a frente, nem que seja à frente na chegada a Lisboa. 
Resta-nos aguardar pelo leitão e acompanhantes e refastelar os estômagos esfomeados.

Ps: Ninguém foi ao lado de ninguém todos fizeram viagem na sua fila de acentos, mesmo à pró, ou já não havia paciência para aturar as nossas "javardices"?

Day II

Revisão às biclas na movefree. Se estivéssemos em plena época natalícia seria compreensível, mas em pleno mês de maio? Não havia necessidade... Podemos comparar os dois "middle age" como duas pequenas crianças no toys r us... Os olhos resplandeciam alegria, mergulhados numa piscina olímpica de consumismo. Experimenta isto, olha aquilo, é pá que fixe nunca tinha visto isto e dava mesmo jeito; foram as frases recitadas de forma poética antes de passar o cartão pela ranhura com valores pornográficos... Não haja dúvida que dá um especial prazer trabalhar uma vida e amigalhar uns "troquitos" para o pé de meia da bicicleta.
Feitas as comprinhas, e lançados uns "bitaites" de costume, fizemos-nos à estrada, 255kms e uma porrada de euros em portagens, Portugal no seu melhor. Auto-estradas vazias com lanços de portagens a preço de Moë & Chandom... Urgia a hora de encontrar os resto do people, amigos e companheiros das centenas de kms percorridos ao longo deste ano.
Logística resolvida, todas as bikes estavam prontas para galgar as serras alentejanas à hora de jantar. Mais uma vez a família Roque recebeu-nos a todos, armada madeirense, com uma extrema simpatia, alegria e delicadeza que em muito prestigia o espírito e a hospitalidade alentejana.

Day III

As 5h50 com muitas poucas horas de dormida, alguns roncos e muita "chulesada" deu-se a alvorada... Remelas pingadas e cabelos "estrunfados" olhávamos para o horizonte e para os "windgurus" da net em busca de chuva ou de sol para a maratona. Com os camelbacks e bidões prontos fomos tomar um pequeno almoço digno de um repasto olímpico. Tostas, bolo, ovomaltine, sumos... Uma mesa de pequeno almoço de fazer inveja a hotelaria "five start". Composto o estômago, e montados nas" burras de duas rodas" lançamos-nos em direcção ao centro da Meca do BTT nacional. 7h30, no km 0 e algumas centenas de bikes a frente procurávamos encontrar e identificar as novas modas e as novas machines do mercado de 2012. Se a "Merkle" visse o paddock de portalegre, mandava a troika embora, e resolvia o nosso descalabro financeiro com a venda das peças dos componentes assim como os quadros no ebay. Penso que já dava alguma ajuda, nem que fosse para baixar o preço da gasolina e das portagens.
9h00, partida e rumo aos 108 kms de divertimento pelos trilhos da serra do Marvão e aldeias do arredor de Portalegre.

Afinal, foi para isso que todos nós percorremos 2500 kms. Cerca de 2000 atletas coloriram os trilhos, rompendo o sossegado acordar da fauna e da flora com o barulho das cremalheiras... A medida que íamos avançando nos kms, os trilhos rasgados pelos pneus e salpicados pelos milhares de litros de suor, aprensentavam-se como mais um desafio a ultrapassar... A constante ultrapassagem, de uns e de outros, elevou ao máximo a pulsação cardíaca, muitos de nós atingiram máximos olímpicos, para não se deixarem ficar para trás.
É aqui, nesta altura da narrativa, que devemos encaixar o balanço da armada madeirense em terras alentejanas. Um ano sem precedente para todos os ilhéus, com muitos "records" batidos comparativelmente aos anos anteriores e classificações gerais de deixar o orgulho madeirense lá em cima.
Um especial parabéns ao Camacho, nosso campeão regional que este ano pulverizou todos os melhores tempos da armada. Ao "Moska", que na sua estreia andou lá a frente a morder as rodas dos adversários, uma promessa para o próximo ano. Ao Quaresma que prestigiou a grelha de classificação (BTTbrava) com a sua presença, logo a sair das 6 horas. Ao Marco que infelizmente teve um desaire "pneumático", mesmo assim conseguiu com um ritmo forte, ficar bem colocado. Ao Nicolau "o middle age", que avassalou o seu tempo anterior com menos uma hora e mostrou que com 50 anos e apenas 3 de BTT, podemos atingir o inimaginável. E a todos os outros atletas (Borges, Perneta, Eleutério, Marco, Zé...), que humildemente abraçaram esta aventura sem grande ambições, e que após muito suor e à medida que os kms iam ficando para trás souberam gerir o esforço e as emoções, tendo superado todas as suas melhores expectativas, resistir e aguentar até ao fim. Uma especial felicitação ao Nélio, que com a sua experiência e "savoir-faire" deu uma rajada nos seus próprios tempos, e acima de tudo, proporcionou-nos mais uma vez uma logística na ida ao continente de qualidade.

De facto, quando as coisas são feitas com humildade e abraçadas com esforço, a sensação de chegar ao fim é idêntica aos poucos que conseguem subir ao pódio; um misto de alegria, emoção e vitória. Só assim consegue-se chegar mais a frente, só assim nos podemos conhecer um pouco mais e ir mais além...


Como dita a tradição, mais uma vez, esperamos por todos os atletas na zona de meta, para trocar as primeiras impressões sobre a aventura bttista. Restava apenas regressar ao poiso, lavar as bikes e tomar um mais que merecido duche. Quem estava na zona da meta, à espera da chegada dos nossos "betetistas", assistia com regalo à chegada de caras felizes por ter conseguido concretizar os seus objetivos. É o BTT na sua mais profunda razão de ser.

Day IV

E tudo acabou, dormida de um só sono, voltar ao "modo logística", meter caixa, levar carro para aeroporto... E aguardar para o próximo ano, para a próxima aventura....
Em suma, estamos todos de parabens, todos demos o nosso melhor, todos suamos e todos tentamos ultrapassar as suas próprias capacidades para fazer desta maratona, edição 2012, uma festa do BTT nacional. 
A todos os intervenientes, organização, voluntários, polícia, bombeiros e população em geral, que nos aplaudiram e nos incentivaram nos momentos mais difíceis, um especial obrigado da Madeira e até ao próximo ano.


Aos nossos patrocinadores locais, Café Recreativo Ponte Vermelha, Banif, Ciclomadeira, Super São Roque, Trizone, Mimicabeleireiros, Godick, Prediclube... e outros patrocinadores do Grupo Desportivo Alma Lusa, que apostaram nos nossos atletas, fazendo com que fosse mais aligeirado o investimento da nossa deslocação, um muito obrigado e um bem aja.
Já só faltam 365 dias para a próxima edição! Está na hora de começar os treinos com esbeltos passeios BTTBRAVA nas serras madeirenses. Aguarda-nos várias dezenas de aventuras semanais, com muita cavaqueira e piropos às pernas rapadas que cada vez mais vão aparecendo à chamada de encontro; que continuará a ser nosso centro nevrálgico "café recreativo ponte vermelha, ribeira brava".
Em suma, uma experiência inesquecível a repetir certamente...

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XC at the plateau PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Amanheceu solarengo, mas o Paúl tinha preparado para nós um ambiente agreste para a prática do BTT. Estavam 2 graus e caía granizo, feito um briefing optamos por ir até ao Jungle Rain e ver as vistas. Nevoeiro e mais nevoeiro e com cara de gatos molhados, num segundo briefing optamos por descer até a Fonte do Bispo e ver como estavam as coisas. E não podiam estar melhor! Um frio de gelar o entre unhas dos pinguins, mas com as pedaladas e os sobe e desce, lá se foram amanhando as coisas. Aguardava, aos que compareceram, um excelente ambiente para a prática do BTT. Cavaqueira em dia e depois de retirar os corta-ventos, lá fomos mergulhando nos trilhos em direção à casa do Élias. Algum cerro no caminho e muito serrote na língua fizeram despertar gargalhadas terapêuticas em todos os participantes. E que serrote! O Nicolau rebatizado de "capitão Hook", devido ao barulho da corrente que ao levar carga mais pesada, fez lembrar o barulho do dito cujo a deslocar-se na proa do Jolly Roger (cric-croc, cric-croc...). Até a má disposição do Nico transparecia o universo do James Barrie... A cada subida era "o desmonta" de cara trombuda, acompanhado de grunhidos que ninguém conseguia traduzir; foi difícil mas todos juntos conseguimos superar, deixando-o para trás, bem para trás, ao estilo "já fostes". O Eleutério e o Perneta não perderam a oportunidade de mostrar as consequências dos treinos ao longo destes últimos meses, elevando a cadência a cada saída de curva. O barulho das cremalheiras a queimar o óleo da corrente afugentou os pássaros, que atordoados pelo barulho só lhe restavam fugir do poiso. Lama nas caras, nas pernas e nas bicicletas foram as mazelas deste passeio improvisado, repastado no final com bolo caseiro. Coelhos nem vê-los, não havia assobio que os chamasse...

Balanço: 03h25 de btt, com 38 kms de divertimento e 950 metros de suor acumulado. Uma t-shirt BANIF vestida ao contrário. Uma corrente engripada e mal disposta, casmurra e "grunhosa". E por fim, um empeno meloso e silencioso para quase todos.

Resta-nos referir que todos percorremos o mesmo trilho no mesmo sentido, ninguém se perdeu nem ninguém andou às voltas; mesmo assim, houve um conta-quilómetros que marcou 90 kms em 3h25 minutos. Pode ser perneta mas marca como se fosse uma centopeia!

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Mais uma vez os "BRAVAS" voltaram ao planalto do Paúl e de forma saudosa percorreram o "trilho bttbrava". Foi um misto de uma "betetada" e de um recontar de histórias nostálgicas. O Casado apareceu à convocatória e presenteou-nos com a sua boa disposição. Todos nós tínhamos saudades da sua prestigiosa presença. Foram 18 kms animados num frio "paúlteano", percorridos numa hora e dez minutos bem aproveitados, mas com a pujança e garra do Casado podiam ser 100 kms em 2 horas! A continuar assim quem o pára? Existem treinos secretos que todos nós conhecemos, mas aquele animal evaporou 15 kgs de gordura, nuns treinos bem pensados em horas obscenas... Para além da vontade é preciso ser psicologicamente muito forte... O resto de pessoal que compareceu ao "U-turn around the plateau" demonstrou grande potencialidade no que respeita ao BTT. Todos percorreram o trilho com uma boa cadência, não se deixaram ficar para trás e nas zonas técnicas de pedras soltas galgaram-nas como se quase nada fosse. Uma experiência para repetir quiçá brevemente.

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passeio by Ronaldo Fontes PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

mais informações: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar ou Pura Pedalada

Pura Pedalada
Algumas informações sobre a levada:

A levada da Calheta à Ponta do Pargo foi construida na década de 50 do século XX.
Fez parte do grande projecto de irrigação da ilha da Madeira desenvolvido pela Comissão Administrativa dos Aproveitamentos Hidráulicos da Madeira.
Recebe água da câmara de carga do Paúl da Serra através de uma conduta que termina na central de produção de energia eléctrica da Calheta.
Tem início na central e termina no Cabo, na Ponta do Pargo.
Alguns números:
Comprimento total: 42 km;
Cota da levada (altitude): 600 m;
Declive: 1m por cada km de comprimento;
Capacidade máxima de transporte de água: 400 litros por segundo;
Número de agricultores beneficiados: 9.830:

 
"happy door session" Btt no planalto PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

 

"irá ser disponibilizado o track GPS em GPX"

Fizemos história, naquilo que será o futuro do btt regional, no que respeita as longas distâncias... Já estávamos habituados a procurar e desenhar os nossos trajetos no google earth (com a chancela do "Doc. google eartheano" Carlos) e percorrer os trilhos desenhados com um enorme sorriso na cara. Mas usá-los "on-live" no GPS, dando autonomia a cada participante de percorrer o traçado no seu ritmo, dá uma nova forma de ver este desporto e retira a monotonia a quem já a vê os trilhos de olhos fechados. Modéstia a parte, mas para os BTTbrava é um passo de gigante na gestão e organização de eventos "MTBaíquistas"; e correu na perfeição!

Logo pela manhã estavam "7 afoitos bêtêtistas", que alentados pela nova experiência, partiram seguindo a linha "GPSeana" que os levou a bom porto, com alguns típicos contra-tempos de quem está a habituar-se à nova forma de abordar o btt (ouvimos muitas vezes: estamos fora do trilho, era mais lá cima, ups! penso que não é por aqui...).

Desenhar o trajeto foi uma ligeireza, que não deixava adivinhar o constante sobe e desce em alguns trilhos virgens de rasto de pneus pitonados. Contabilizamos os kms e a altimetria programados; mas o cariz do trajeto não era de facto fácil de percorrer... Com persistência percorremos todo o trilho descarregado no equipamento, com paciência voltamos atrás, subimos o que já estava descido, e procuramos aquela entrada escondida, finalizando com sucesso esta aventura pioneira. Este processo de preparação de passeios e sua exequibilidade é muito peculiar. Trajetos pré-descarregados adiciona novos factores que influenciam em muito a performance do atleta; coordenação entre equipamento e trilho, antecipação de mudança de direção e constante atenção/concentração nas suas informações; são todas as novas variantes que farão parte certamente de próximos eventos.

Não obstante, é importante de aqui referir que estas novas perspetivas de ver e fazer btt advêm dos conhecimentos adquiridos, com a ajuda e troca de experiência vivenciadas em projetos de relevo no continente, tal como o Oh Meu Deus; aos elementos da organização um muito obrigado por dar-nos uma nova forma de abordar o ciclismo de montanha na Madeira.

Para finalizar, damos os parabéns a todos os participantes, pois sem querer fizeram parte de um novo capítulo da história no btt regional. Numa só palavra: delicioso! Há já algum tempo que não tinha esta sensação de encantamento nos trilhos da Fonte do Bispo. Foi um bom empeno, todo ele de sorriso "colgateano".

pascal

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